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Accor em berço esplêndido

Publicado em 16 de Fevereiro de 2012 Voltar

 

IstoÉ Dinheiro - SP - NEGÓCIOS - 16/02/2012

Hugo CILO 

O grupo hoteleiro comandado no Brasil por Roland Bonadona transforma o País em peça-chave de seu plano mundial. A ordem é fazer em quatro anos o que foi construído nos últimos 34, com investimentos de mais de R$ 2,5 bilhões.
No auge da crise financeira que atingiu as maiores economias da Europa, no início de 2011, o recém-nomeado chairman do grupo hoteleiro Accor, o francês Denis Hennequin, reuniu-se com seus principais executivos em Paris. Naquele primeiro encontro, Hennequin repetiu por várias vezes, olho no olho dos interlocutores, a expressão ça va aller –  algo como “vai ficar tudo bem”, em português. À frente da terceira maior rede hoteleira do planeta em número de estabelecimentos, com um faturamento de € 6,1 bilhões no ano passado, Hennequin, ex-presidente do McDonald’s na Europa, sabia que a confiança de seus líderes na solidez do Accor seria fundamental para transmitir segurança aos investidores e evitar tropeços diante dos períodos difíceis que surgiam no horizonte. 



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Roland Bonadona, presidente da empresa para américa latina: "Vivemos a melhor e mais confortável
fase de crescimento e investimento da história da rede no País"

E deu certo. Em 2011, o faturamento cresceu 5,2%, enquanto seus principais concorrentes no segmento premium, os americanos InterContinental, Marriott, Hilton e Starwood, que mantêm suas operações muito concentradas nos Estados Unidos, patinaram nos resultados financeiros, em decorrência dos problemas na economia americana. A confiança de Hennequin não se baseava apenas em seu otimismo, mas tinha como pano de fundo o ambicioso plano que havia rascunhado, no qual o Brasil é peça-chave. O projeto, batizado por ele de “34 em 4” – e que sintetiza a meta de erguer entre 2012 e 2015 o mesmo que foi feito entre 1976, ano da estreia da Accor no Brasil, e 2011 –, prevê nada menos do que dobrar o tamanho da rede no País. 

  

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Patrick Mendes, diretor de operações da empresa: "Os parceiros da Accor nunca foram tão simpáticos aos investimentos no Brasil como agora".   Atualmente, o grupo possui 150 hotéis em operação em todas as regiões brasileiras, número que deve chegar a 300 nos próximos quatro anos, com a injeção de mais de R$ 2,5 bilhões. Com isso, a operação brasileira também ganhará uma participação mais relevante na formação dos resultados mundiais do grupo francês. Enquanto o País responde atualmente por apenas 6% do resultado global da companhia, terá de superar, por determinação da matriz, 10% até 2015. “Vivemos a melhor e mais confortável fase de crescimento e investimento da história da Accor no País”, afirma o presidente da rede para a América Latina, Roland Bonadona, um parisiense que desembarcou por aqui em 15 de março de 1990, em plena posse do então presidente, Fernando Collor de Melo, em meio a um clima hostil para os negócios, marcado por uma economia hiperinflacionária  e por uma forte instabilidade política.    “Há uma demanda reprimida aqui, uma vontade imensa de investimento, que estava represada, e um cenário esplêndido para o crescimento da hotelaria”, diz o executivo, empolgado, escandindo suas palavras com um forte sotaque francês. Formado em administração de empresas pela Universidade de Paris IX, Bonadona, casado, quatro filhos, 59 anos, ingressou no Accor em 1973, como estagiário. Para colocar o plano “34 em 4” em operação, Hennequin, de seu QG em Paris, não só deu carta branca a Bonadona como também escalou um dos melhores executivos do grupo, seu compatriota Patrick Mendes, para  ajudá-lo a conduzir a revolução da empresa no mercado brasileiro. “A vinda de Patrick  simboliza que o Brasil é a bola da vez”, diz Bonadona.    

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    Aparentemente, não se trata de uma mesura protocolar de Bonadona. Mendes,  43 anos,  um superatleta, aficionado por corridas de longa distância, que agora comanda a diretoria de operações na América Latina e se mudou com a mulher e dois filhos para São Paulo há um mês, ganhou status de curinga dentro da corporação ao fazer deslanchar os negócios na Ásia. A região, em cinco anos, passou de uma operação modesta ao bloco que responde pela maior fatia dos resultados financeiros do grupo em todo o mundo, com uma participação de 30%, à frente até dos 23% da França e dos 20% das Américas. “Temos sinal verde da Accor para investir no Brasil o quanto for preciso”, afirma Mendes, com o sotaque lusitano de quem viveu muitos anos em Portugal, a serviço do grupo.    

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Denis Hennequin, o novo chefão do grupo: ex-presidente do McDonalds na Europa assumiu o comando da companhia no auge da crise e exergou no Brasil um mercado de oportunidades.   “Os investidores, os acionistas e os parceiros da Accor em todo o mundo nunca foram tão simpáticos às propostas de multiplicar os negócios no Brasil quanto agora.” O aval dos investidores faz todo o sentido e não tem relação direta com eventos como a Olimpíada, a Copa do Mundo nem  com a privatização dos aeroportos. A explicação está nas cifras. O Brasil possui a maior taxa de retorno sobre o investimento em todos os 90 países em que a Accor atua. A taxa de transformação no País – uma equação matemática que mede o percentual da tarifa que vai para o bolso dos investidores – varia entre 50% e 55%, de acordo com a região em que o hotel opera. A média mundial em todos os 4,4 mil hotéis da Accor está entre 41% e 47%, e as suas maiores concorrentes têm taxa de retorno inferior a 40%.    “Os investidores e parceiros da Accor, sem dúvida, foram os que tiveram os melhores retornos nos últimos anos proporcionalmente ao valor investido”, diz o empresário Julio Serson, dono da rede Hotéis Vila Rica e franqueado da cadeia Ibis, uma bandeira de categoria econômica da Accor, em Porto Velho, a ca
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